POV/ Adrian
O som do monitor cardíaco era um martelo batendo na minha têmpora. Beep. Beep. Beep. Abri os olhos e a claridade do hospital pareceu queimar meu cérebro. Tentei levar a mão à cabeça e senti o curativo grosso, a pele latejando por baixo. Olhei ao redor, meio tonto, e vi as paredes brancas, os aparelhos, o cheiro de álcool.
— Adrian, fica parado. — A voz do Mathew saiu baixa.
— Onde... onde elas estão? — Minha voz saiu rasgada.
Tentei sentar-se, mas a sala girou. As imagens voltaram c