CAP. 123 - Nem toda felicidade é eterna
POV/ CLARA
Na manhã seguinte, acordei com os raios de sol invadindo o quarto, aquecendo minha pele e trazendo uma sensação de paz que durou exatamente três segundos. Tateei o lado ao lado da cama, esperando encontrar a firmeza dos músculos de Adrian, o calor da sua pele contra a minha.
Vazio.
O lençol estava frio, como se ele já tivesse partido há horas. Sentei-me bruscamente, o pânico subindo pela minha garganta como um refluxo ácido.
— Adrian? — chamei. Minha voz ecoou, solitária e pequena,