Capítulo 38 — Porque se eu não puder ter ele… ninguém mais vai.
POV Declan
A sala de reuniões da filial de Dublin é fria demais, o ar-condicionado alto demais, o cheiro de café velho e papel impresso grudado nas paredes de vidro. Eu sento na cabeceira da mesa longa, terno cinza escuro, gravata frouxa, os dedos tamborilando devagar na superfície polida enquanto Mia apresenta os números do trimestre.
A projeção na tela mostra gráficos vermelhos e linhas descendentes, perdas na divisão de exportação, atrasos em contratos chineses, concorrência asiática comend