— Que tal sobremesa? — lá ia ele fugindo do assunto. Respirei fundo me dando por vencida e negando sua oferta, já tinha comido de mais até, ao menos a caminhada até em casa me ajudaria a digerir. — Vamos então, vou te deixar em casa.
Se eu deveria aceitar? Não, eu tinha saído para espairecer, andar, mas não queria perder nenhum minuto perto dele e ter a chance de desvendar mais um pouco do mistério que havia em seus olhos azuis.
Depois de uma briga para ver quem pagava o almoço, com ele ganhand