— Eu não te chamei, nem te pedi que fizesse isso. — travei a mandíbula tentando ignorar o bolo incomodo que se formava em minha garganta.
Era ridículo que um desconhecido tivesse mais interesse, de ver meu filho ou no mínimo meu bem-estar, do que meu próprio marido, do que o próprio pai. Era ridículo que eu estivesse dependendo da ajuda de outros, que estavam contando com pessoas que nem ao menos conhecia para me apoiarem e estarem do meu lado nesse momento.
— Você não, mas o Fábio aqui me deix