Balancei a cabeça.
-Você está bêbado, Max.
-Eu sei, mas não sou cego. Me perdoe.
-Por que eu deveria? É melhor não me contar nada. Conversaremos amanhã de manhã. Venha, você vai tomar uma ducha fria.
Ele obedeceu com relutância.
Ele terminou de se despir no banheiro. Quando o vi sob a cascata de água fria e ele conseguiu se segurar sem hesitar, voltei para o quarto. Peguei um livro no criado-mudo que às vezes eu lia à noite quando não conseguia dormir. Naquela noite, o motivo de minha insôn