Ela refletiu sobre aquilo.
— Eu também acho que não. — Disse. — Porque ele prometeu que ia me ensinar a nadar neste verão. E ele não quebra suas promessas.
Olhei para ela.
Sete anos. Olhos castanhos. Aquela certeza. A lógica particular de uma criança que havia passado nove meses avaliando a confiabilidade de uma pessoa e chegado a uma conclusão que se recusava a reconsiderar sem provas melhores do que uma reportagem.
— Você tem razão. — Respondi. — Ele não quebra suas promessas.
Lucy pegou