Uma criança que passou anos desenhando a silhueta de um pai a lápis, sem nunca lhe dar um rosto.
Eu tinha feito aquilo. Não tudo. Não era responsável por toda a dor que havia se acumulado, mas tinha criado a base sobre a qual todo o restante pôde crescer.
Sentado ali, com o rosto escondido entre as mãos, respirei fundo, tentando suportar aquele peso.
O Dr. Garrett havia me dito certa vez que culpa não era a mesma coisa que responsabilidade. A culpa estava voltada para o próprio indivíduo, enq