Esperanza
- Você tem que fazer alguma coisa. Não pode permitir que ele continue agindo dessa maneira. Ela está toda machucada, foi brutal...
Uma voz feminina atravessou a névoa que me envolvia.
- Acha que eu não sei, Cassandra? – um homem respondeu. – Eu previ isso, te avisei que aconteceria, por isso já te deixei de sobreaviso. – a voz praguejou algo. – Se fosse eu, nunca faria assim. Daria uma morte rápida e digna.
- Está louco? Ele não pode matá-la. – a mulher respondeu revoltada. – Essa mul