Mundo ficciónIniciar sesiónYulian soltou os fios marsala, mas não a libertou de seu abraço. Seus dedos, mãos que foram treinadas para esmagar a traqueia de inimigos sem um piscar de olhos, agora tremiam visivelmente enquanto ele traçava o contorno da marca com a ponta do indicador, como se temesse que ela fosse se desintegrar ao toque.
— Não é possível... — o sussurro dele foi um rastro de som, uma falha na sua armadura de gelo. A descrença cortou o silêncio do quarto como uma lâmina cega.
— O quê? O que foi? — Ária tentou se girar, o coração batendo contra as costelas como um animal encurralado. A mudança na tensão do corpo de Yulian era palpável; o desejo bruto fora substituído por um choque que a aterrorizava. No entanto, ele a manteve presa contra o colchão, os olhos cinzas fixos na flor.
— Eu procurei em cada centímetro







