Mundo de ficçãoIniciar sessãoSem dizer uma palavra, Malrik arrancou uma toalha felpuda do suporte e a envolveu com firmeza, suprimindo os tremores dela. Antes que Hanna pudesse protestar ou tentar se levantar sozinha, Malrik a pegou no colo.
O movimento foi ágil, mas desprovido da brutalidade que ele demonstrava lá fora; ele a carregou para o quarto principal, onde o som das explosões distantes fazia as janelas vibrarem. Com um cuidado que contrastava com sua expressão impenetrável, ele a colocou sobre a cama, garantindo que ela estivesse minimamente aquecida.
Hanna sentiu o coração acelerar contra as costelas, um ritmo descompassado que não era mais efeito da droga, mas da proximidade daquele homem que era, ao mesmo tempo, seu captor e seu único guia naquele caos.
Ela permaneceu em silêncio, os olhos fixos nele enquanto o via caminhar até o imenso guarda-roupa de carvalho.
Malrik abriu as portas com um movim







