Mundo ficciónIniciar sesiónYulian estendeu a mão e apertou a coxa dela com uma força firme, um gesto que era, ao mesmo tempo, uma marca de posse e uma âncora para mantê-la sã em meio ao caos. Ele se inclinou, capturando os lábios dela em um beijo breve e suave, um contraste perturbador com a munição pesada que carregavam.
— Não diga nada. Apenas a abrace — ele murmurou contra a boca dela. — Deixe que o resto do trabalho sujo, o sangue e as vísceras, fiquem por minha conta. Prometo faze-los se arrependerem de mexer com vocês.
Ária sorriu suavemente, sentindo o calor do beijo de Yulian agir como um bálsamo sobre seus nervos estilhaçados. A calma finalmente se infiltrou em seus músculos quando o veículo parou no ponto cego da floresta que cercava a propriedade.
Ali, camuflados pela escuridão e pela chuva, os generais de Yulian já estavam acampados, sent







