Mundo de ficçãoIniciar sessãoA mansão finalmente mergulhara em um silêncio vigilante. Rubi adormecera agarrada ao cachorrinho de pelúcia, com o rosto ainda inchado de tanto chorar de felicidade, e Hanna, sob o efeito dos sedativos leves, repousava em um sono sem sonhos no quarto ao lado.
Ária caminhava pelo corredor mal iluminado, seus passos ecoando suavemente no tapete persa. Seu corpo pedia descanso, mas sua mente estava em Yulian.
Faziam tempo que não tinham um momento para eles. E ela precisava dele. Precisava sentir que, apesar de tudo o que estavam passando, ele era o homem que ela amava, sua âncora em meio ao caos.
Ao chegar diante da porta dupla de carvalho do quarto de Yulian, ela hesitou por um segundo, a mão pairando sobre a maçaneta.
“- Será que ele já está dormindo?”
Mas antes que pudesse tocar o metal frio, a porta se abriu com uma rapidez incomum.
Yulian estava ali, a







