Gerard continuava embaixo da ducha como se alí estivera protegido dos questionamentos, das dúvidas. Ele só desejava que o chão se abrisse e o engolisse. Se a Dione estivesse em silêncio, era sinal de fumaça em breve.
Ele desliga a ducha permanecendo com aa mãos posta no azulejo do banheiro pensativo. Sua cabeça dava voltas, não sabia mais o que diria para convencer Dione ou qualquer um que sua vida lhe pertencia, que era falível e essa idéia do ser perfeito era utopia. Ele estava farto de toda