Quase pulei da cadeira de balanço ao som do meu nome.
Eu viro para ver uma pessoa vindo da esquina da casa. É uma menina mais nova com corpo esguio, talvez em torno de 18 ou 20 anos, com olhos azuis e cabelos acobreados.
"Quem é você e como sabe meu nome?" Eu questiono, estreitando meus olhos para o novo rosto desconhecido na minha frente, nunca tirando meu olhar da garota.
A garota dá a volta na escada.
“Eu sou Cora, temos um amigo em comum e vim procurá-lo”, ela explica, me olhando de c