Capítulo 147 — Lápis vermelhos
Narrador:
O Diabo caminhava pelo corredor do hospital com o pulso acelerado, passos firmes e o olhar inflamado por uma fúria fria. Ele não precisava ver os registros. Não precisava que ninguém confirmasse nada. Ele já sabia. Sentia isso no corpo, como se o mundo tivesse tremido no exato momento em que um estranho cruzou a porta do quarto; era guerra, o que ele ainda não tinha claro era contra quem. Tirou o telefone do bolso e discou. Ela atendeu ao primeiro toque.