Capítulo 08

Capítulo 08

Lucca Ricci

Está cada vez mais difícil controlar o desejo que sinto por Serena, não tive outra opção a não ser cuidar de suas dores, eu imaginava que isso poderia acontecer, Jane tem fama de pegar pesado.

Mas agora depois que a dor passou estou vendo a pele de Serena arrepiada, sua respiração mudou e a vontade de puxá-la para mim está me consumindo. Não resisto e descubro sua bunda empinada, grande e bem desenhada formando um coração. Vejo que Serena prendeu a respiração, mas não se moveu, quando a toquei ali ela gemeu e não pude conter um rosnado abafado, estou a semanas sem sexo e louco pra ter Serena gemendo em meus braços bem boazinha. Devagar a acariciei e ela não se opôs.

— Serena. — Sussurrei e quando ela se virou para mim não vi mais aquela jovem assustada e com medo, vi uma mulher que sabe muito bem o que quer, ela deu um gritinho quando a puxei para a ponta do sofá, me deixando ainda mais louco por ela. A beijei degustando seu lábios grossos enquanto uma de minhas mãos estavam em seus cabelos bem colada a sua cabeça para que ela não pudesse fugir, mas ela não queria sair dali, e me toma com tanta vontade como eu a tomo, sinto suas mãos puxar meus cabelos e então escorreguei minhas mãos pela lateral de seu corpo e levanto sua camiseta.

— Tem certeza? — perguntei dando a ela uma última chance de desistir, Serena afirmou que sim com um aceno de cabeça, mas eu quero mais, preciso ouvir sua voz.

— Então diga que quer transar comigo.

— Eu quero, por favor.

— Não precisa pedir, princesa. — Ali mesmo no sofá a contemplo nua e eu preciso dizer que a muito tempo não vejo uma mulher tão linda e perfeita assim. Com medo de alguém entrar a levo para o meu quarto, a beijando apressado sem querer me afastar. Beijo seu pescoço e  vejo derreter-se em meus braços, dou chupadinhas até chegar em seu seio naturalmente médio, mas que se encaixam perfeitamente em minhas mãos, os beijo e mamo com vontade enlouqueço com as mãos dela em minha cabeça prendendo minhas orelhas, hora deslizando pelos meus braços, seus gemidos são música para mim. A beijo na boca a invadindo com minha língua enquanto minha mão estoura sua calcinha fina e ganho acesso a sua buceta carnuda e molhada não demoro e encontro seu clítoris duro, sensivel e inchado, ela se contorce gemendo, com o polegar o massageio e provoco sua entrada molhada, fico encantado, ela se contorce e me beija sufocando seus gemidos, sinto suas unhas se afundarem em minha carne, a respiração de Serena fica cada vez mais acelerada e irregular, um gemido mais alto e sua buceta latejando me conta que ela está gozando.

— Isso gostosa, goza pra mim. — tiro meus dedos melados e os chupo apreciando o sabor delicioso de Serena. Alcanço uma camisinha e não espero mais a penetro de uma vez a fazendo gritar de prazer e afundar suas unhas em minhas costas, rebolando  me olhar ela não para de me impressionar.

— Ah que delícia, Lucca.

— Gostosa do caralho, assim eu vou gozar. — disse enquanto ela rebola gostoso me enlouquecendo e buscando o seu próprio prazer.

— Dá de quatro pra mim? — pedi ela fez que sim com a cabeça. 

— Você é muito gostosa Serena. — disse, me afundando nela, ouvindo seus gemidos e assistindo o seu corpo se arrepiar.

— Está doendo, pode continuar você aguenta?

— Dói, mas é gostoso. — Quando ela disse tirei um pouco do meu pau e a ouvi choramingar. Ela gemia entregue ao prazer e eu me segurava para prolongar cada sensação que sentia, Serena apertou o meu pau sua buceta latejando e eu não pude mais evitar, gozei perdendo o controle e gemendo mais alto do que gostaria.

— Puta que o pariu, que mulher gostosa! — levantei com cuidado segurando a camisinha que pesou, a joguei no vaso e dei descarga, molhei uma toalha e limpei Serena, levei água e a deixei dormir em meu ombro. Eu demorei para dormir, minha intenção nunca foi que isso se tornasse um namoro de verdade e tenho certeza que Serena também não. Como sempre acordei primeiro e Serena só apareceu na sala quando eu já estava tomando café da manhã.

— Bom dia! Alexander não veio de novo tomar café com as crianças?

— Bom dia! Não vieram, acho que Meredith está com as crianças na suíte dele e ela mesma prepara o café das crianças.

— Acha? — ela me disse num tom, de quem sabe que eu sei mais do que estou dizendo, está agindo como sempre, sem beijinhos ou sorrisinhos. Porra quem estava comigo essa noite?

— É, parece que está sim.

— Ela vai sofrer como uma cadela quando eles forem embora, eu já avisei.

— Talvez ela não pense assim, não tem medo de viver o que quer. Assim como você. — disse me referindo a essa noite e Serena entendeu, seu rosto corou e ela ficou muda.

— Ok, já entendi que não é para falarmos no assunto. — disse com as mãos para o alto.

— Só uma pergunta, se arrependeu? — perguntei encarando e perdendo o ar engraçado que estava.

— Não Lucca, mas sei o meu lugar e sei o tipo de relação que temos. Está tudo bem!

— É só o que eu posso te oferecer, Serena.

— Jane está me esperando, preciso ir.

— Até depois, então. — disse a vendo sair, eu não estava preparado para isso, achei que ela iria sentar no meu colo, querer carinho e eu teria que driblar a situação. O que aconteceu com as mulheres da geração dela?

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