À noite, já de volta à própria casa.
Vitória caminhou pela sala sem pressa, recolhendo o que ficara fora do lugar — um brinquedo esquecido, a almofada levemente deslocada, a xícara sobre a mesa que ainda guardava o calor do café.
Rafael estava encostado ao balcão, o celular nas mãos, mas atento a ela mais do que à tela.
Foi então que, sem encará-lo diretamente, ela comentou:
— Está tranquilo demais.
Rafael ergueu os olhos do celular, atento ao tom antes da resposta.
— Isso é uma reclamação?
Ela