As arfadas dele contra a minha boca aqueceram o meu peito de um jeito que eu odiava admitir.
Era uma declaração de guerra disfarçada de carinho.
Fechei os olhos por um segundo, sentindo a água quente e o calor dele. Ele assinaria. Ele me daria a liberdade no papel, apenas para tentar me prender de novo na vida real.
A pergunta que não saia da minha cabeça era: eu estaria pronta para resistir ao homem que finalmente decidiu lutar por mim, agora que eu já tinha aprendido a andar sozinha?