Rose desviou o olhar por um segundo, como se a pergunta tivesse acertado em cheio. “Iria,” ela disse, quase em um murmúrio. “Mesmo sabendo que poderia piorar tudo.”
“Então me deixa tentar,” eu respondi.
Ela me encarou de novo, avaliando. Depois assentiu devagar. “Tudo bem, garota. Eu vou te levar até lá.” Sua voz estava calma, mas seus olhos eram duros. “Mas me prometa que você vai voltar comigo quando eu disser que temos que voltar. Você não vai fugir. Não me arrume problemas.”
Eu assenti sem