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Senti como se dedos estivessem apertando minha espinha, como se a respiração dele invadisse meu crânio. Meu maxilar travou. Meus dentes rangeram enquanto o peso dele se acomodava atrás dos meus olhos, pressionando, testando, exigindo espaço.

"Deixe-me drenar aquele humano insolente", ronronou Sorvane.

Meu pulso rugia nos meus ouvidos. Cada sentido se aguçou até doer: o cobre do medo no ar, o calor do corpo dela sob minhas mãos, a pulsação frágil da vida logo abaixo da sua pele.

Meus dedos se co
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