— Caio, você é um cretino. — Disse Marina, arremessando seus punhos contra ele.
Nos últimos dois dias, ela tinha sido quase levada à loucura por esse homem desprezível, querendo despedaçá-lo e comer sua carne.
Caio, sendo atingido pelos golpes, permanecia imóvel, com um sorriso nos lábios, observando Marina bater nele como um gato selvagem, suas mãos pequenas eram como as patas de um gato, fazendo seu coração tremer.
Quando suas mãos começaram a doer, Caio, ainda sem se mover, emitiu um som rouc