Marina olhou para ele friamente, querendo recusar, mas diante do desafio, ela nunca conseguiria comer as dez ervilhas sozinha.
Se não conseguisse completar a tarefa, ela não poderia sair daquela sala, e teria que continuar na companhia de Caio, o desgraçado.
Pensando nisso, Marina forçou um sorriso e, sem cerimônia, comeu as ervilhas da mão de Caio.
A algema entre eles era muito curta, e para facilitar que Caio a alimentasse, Marina teve que se inclinar para frente.
— Caio, você pode apressar is