Enquanto falava, Anselmo segurava o rosto de Aurora com suas pequenas mãos, seu olhar sério e devoto fazia Aurora não conseguir se conter mais.
As lágrimas corriam livremente por seu rosto, e com a voz embargada, ela perguntou:
— Posso realmente te considerar meu bebê?
Anselmo acenou firmemente com a cabeça.
— Claro que pode, tia Aurora, não precisa se preocupar que minha mãe Iolanda fique brava, ela já deu seu consentimento e está feliz que eu faça isso.
Com todas as preocupações dissipadas, Au