Este sanatório era extremamente privado, com todos os dados dos pacientes mantidos sob rigoroso acordo de confidencialidade.
Os pacientes eram identificados apenas por códigos, sem nomes atribuídos.
Ela memorizou apenas o seu código, Número 99.
Ele sabia apenas o código dela, Número 11.
Ele nem sequer sabia como era a aparência dela ou qual era o som da sua voz.
Se por acaso se encontrassem na rua, ele não seria capaz de reconhecê-la.
Esses fragmentos parecem cenas de um filme, sempre emergindo