AIDEN WOLFE
Acordei sentindo uma presença familiar ao meu lado. Ela estava ali de novo. Desde que voltamos daquela viagem, tem sido assim: noites compartilhadas, silêncios confortáveis, sua respiração suave perto de mim. Parte de mim acredita que isso tudo não é real. Que é um sonho prestes a desmoronar.
Talvez por isso eu não a deixe sozinha. Porque se ela sumir... se esse sonho acabar... eu não sei se aguento outra queda.
Senti sua mão tocar minha testa. Estava gelada. Fria demais.
— Não vá.