ISABEL LINORES
Ainda entorpecida pelas ondas do meu clímax, eu mantinha os olhos semicerrados, enquanto minha respiração continuava saindo em arfadas curtas e trêmulas. O meu corpo parecia flutuar sobre o colchão, completamente entregue à sensação de êxtase que Charles havia me proporcionado.
Através da visão embaçada pelo prazer, observei o meu marido se levantar. A luz prateada da lua cheia, que entrava pela enorme janela de vidro da cabana, iluminava a silhueta dele como se fosse uma divin