Rodrigo olhou para a mulher que dormia inconsciente na cama do hospital. Ela era magra como uma folha de papel e seus lábios eram tão brancos que eram quase translúcidos.
Ele simplesmente a carregou para dentro do carro e pediu ao mordomo da família Dutra que abrisse a porta para eles. O mordomo ficou tão assustado com sua expressão aterradora que se esqueceu de perguntar como ele havia entrado.
No dedo anelar pálido de Rodrigo, um anel de prata brilhava com uma luz tênue.
Ele havia encontrado