Como previsto pelo advogado de Marcely, ele se viu impotente diante das acusações implacáveis da promotoria. No meio do processo, percebeu que não havia muitos argumentos para defendê-la. O vídeo, os abusos verbais e os danos sofridos pela vítima eram provas irrefutáveis.
Marcely, que cometera a violência na época, já tinha mais de dezesseis anos e era plenamente capaz de assumir responsabilidade criminal.
Quando o juiz perguntou a Marcely se ela se declarava culpada, ela assentiu em silêncio.