Repito a noite passada, baixar a febre com lenços molhados. Não se deixa, anda a segurar-me a mão, a rodeá-la e a dizer-me bobagens.
- Silvain... - aviso-o com o olhar.
Liberte o ar.
- Sinto alguma coisa, e não gosto de sentir, sabes? - muda a expressão, depois contrai o rosto e solta a mão.
Eu fico chocado com a brusquidão com que ele muda. Engulo com dificuldade, estou prestes a entrar nessa parte que não sei sobre ele. Está a pouco (Já tenho o pesado pressentimento) de ensinar um lado ob