Fico no meu prédio, apressada caminho veloz, só ao me jogar na cama solto o desesperado choro, sacudidas convulsas que devem parar; ainda não tomo banho, ainda não tiro da minha pele seu toque, preciso apagá-lo. E, eu torço tanto o corpo que dói, queima ao toque, não é uma marca, são várias, mas incomparável com a enorme que reside dentro do meu coração.
Eu bato no mosaico, inclino a cabeça apoiando-a Ali. Da confusão perturbadora, não me despeço, não é fútil. Tudo se alinha, um emaranhado na