O gosto de canela em sua boca era viciante, seu cheiro era inebriante, fazendo-me querer cada vez mais dele.
Minha razão volta a controlar meu cérebro. Me afasto de seu corpo e vejo o seu olhar confuso.
— Bem, peço desculpas… acho que foi o calor da emoção. – Digo envergonhada.
Ele dá de ombros e, por algum motivo, sua atitude me deixa incomodada. Sua mão tatuada passa em seu cabelo, algo que reparei que ele fazia quando estava nervoso ou desconfortável.
— Você e sua mania de me agarrar em momen