— Estava... aceitável. – Falo após limpar meus lábios com o guardanapo.
Ele revira os olhos escuros e suspira.
— Sempre arrogante, não é? Sua sorte é que você é muito... – Ele corta a frase e vira de costas rapidamente.
Pego o prato e vou em direção à pia para lavar o mesmo.
— Pode deixar isso comigo, tampinha. – Dessa vez, sua voz soou carinhosa e não provocativa ao falar o apelido que ele havia me dado.
Encaro suas costas, agora eram largas, malhadas. Seu corpo havia mudado, era forte, cheio d