O vento naquele lugar cheirava a mato úmido, ao frio da solidão que eu conhecia tão bem. Andava sem rumo pelas “ruas” do clã. Precisava andar.
Se ficasse no laboratório mais um minuto, ia enfiar a cabeça na centrífuga e torcer pra ela ligar sozinha.
A conversa com Noah na noite anterior ainda grudava na pele. Pior: alcançava até debaixo dela.
Senti cheiro de flores e ouvi vozes alegres de crianças, e deixei os meus sentidos me guiarem. A praça Central do Clã da Lua Nova era um círculo de pedras