Acordei com o som estridente do despertador e a sensação nítida de que um caminhão tinha passado por cima de mim. O turno no Bull Burger na noite anterior tinha esgotado minhas últimas energias. Vesti o uniforme às pressas e desci quase caindo.
— Nem um café, Luna? — Siena perguntou na cozinha.
— Não dá, Si! O professor de História me mata se eu me atrasar! — Dei um beijo nela e voei para fora.
No caminho, encontrei a Bia. O sol de Madrid estava escondido por nuvens pesadas, mas vínhamos rin