Luna
Aquelas palavras da Bia ficaram ecoando na minha mente. A escola ainda zumbia com os ecos do que aconteceu no ginásio. O cheiro de suor e a pressão das mãos de Noah na minha cintura pareciam tatuados na minha pele, e aquela sensação me acompanhou até o refeitório.
— Luna, eu juro por tudo... se o Noah Castillo fizer aquele movimento de novo, eu mesma me jogo nos braços dele! — A Bia gargalhava, jogando batatas fritas em mim no intervalo.
Eu ri, tentando esconder o rosto que queimava.
— Bia