A rotina de Maya se tornou uma sequência exata de passos: empresa, hospital, empresa, hospital.
Durante o dia, ela lidava com números, contratos, reuniões, olhares duros, decisões que pareciam grandes demais para alguém que, meses atrás, jamais imaginaram sentada naquela cadeira.
À noite, trocava o blazer pelo silêncio frio de um quarto de hospital. Era como se vivesse duas vidas paralelas.
Naquela noite, como em tantas outras, o carro a deixou na porta do hospital. Ela agradeceu ao motorista q