Os dias na mansão Kameron começaram a ficar menos sufocantes para Maya à medida que ela aprendia os caminhos, os horários e, principalmente, as pessoas.
Ingrid, a governanta, foi a primeira a baixar um pouco a guarda.
No início, tratava Maya com a mesma formalidade que usava com qualquer visita importante. Chamava de “senhora Kameron” o tempo todo, mantinha uma distância respeitosa, como se não quisesse invadir o espaço de alguém que talvez fosse embora tão rápido quanto chegou.
Mas, com o pass