Jonas Oliveira
A noite estava fria na fazenda. O céu, limpo, exibindo um mar de estrelas que parecia se estender até o infinito. Decidi acender uma fogueira perto do galpão, algo que sempre fiz para aquecer o corpo e acalmar a mente. Estava sentado num tronco velho, tomando uma cerveja, quando vi Luana passar. Seu cabelo balançava ao vento e, por um momento, ela pareceu hesitar.
— Ei, Luana! — chamei, erguendo a garrafa. — Quer se juntar a mim?
Ela olhou para mim, surpresa, mas depois sorriu e