Sílvia compreendeu o que Marcos queria dizer; a decisão estava em suas mãos.
Mas o que ela deveria fazer? O que poderia fazer?
A mente de Sílvia estava tão confusa quanto uma máquina em pane, sem conseguir pensar com clareza.
De repente, o som estridente do telefone soou, era o celular de Sílvia.
Ela, como se tivesse encontrado uma chance para respirar, atendeu o telefone quase imediatamente e se levantou, dizendo em voz baixa:
- Desculpe, preciso atender esta ligação.
Somente após sair da sala