— Capturem-nos... Precisamos deles vivos para interrogatório. — Hector ordenou, tossindo sangue entre as palavras. Inclinei seu corpo de lado, tentando aliviar a pressão, mas ele estremeceu de dor ao sentir a perfuração.
— Deixe-me ajudar você. — Kaia aproximou as mãos do rosto dele, espalhando beijos pelos lábios machucados.
— Não. — Ele disse, com firmeza.
— Me levem ao hospital.
— Hector...
— Não, Kaia... Eu não vou deixar você tomar o meu lugar. Você já se sacrificou demais por todos nós. —