Através do vidro vejo um lindo gramado, jardins o cercam. E mais ao longe, um homem sentado em uma espreguiçadeira pegando o finalzinho do sol da tarde que está indo embora. Ele está muito distante, por isso não consigo distinguir seu rosto. Ele então passa as mãos sobre seus olhos e vira sua cabeça na minha direção. Meu coração se agita quando ele me parece tão familiar.
Zafir? Eu prendo o ar.
Não! Não pode ser! Digo com raiva de qualquer coisa ou pessoa eu relacionar com ele.
Seu domínio so