— Pequena... só um pouquinho. Ele justifica, como se lesse o meu pânico.
Por algum motivo, eu aceno com a cabeça, embora ele quase não precise da minha permissão. E um pensamento repugnante começa a se formar na minha mente: ele me trouxe aqui de propósito, me arrancou do meu habitat natural como um peixe e está prestes a quebrar a regra que ele mesmo estabeleceu — não temos pressa, somos adultos e podemos controlar as nossas emoções e necessidades.
Mas eu afasto rapidamente as minhas dúvidas,