KIRA
Caio silenciosamente de uma grande altura para dentro do meu próprio corpo.
Talvez seja por isso que não sinto os meus braços nem as minhas pernas, apenas o arame farpado em volta do meu coração, apertando tanto que o som da pele perfurada estalando me faz sangrar lágrimas.
Gabriel crava os dedos na areia, respirando pesadamente, enquanto Dima circula acima de mim e me envolve cuidadosamente numa capa. Ela está coberta de areia e arranha a minha pele, mas me deixa um pouco mais sóbria, por