Narrado por Elion
Dois dos nossos homens entraram no salão, amarrando Samuel, que ainda tentava se soltar, lançando insultos e risadas nervosas, como se fosse imune à dor. O som da sua voz distorcida pelo medo e pela raiva foi como música para meus ouvidos. Ele estava começando a pagar pelo que fez, mas o que me consumia por dentro era a imagem de Alora, fragilizada e arrastada por aquele desgraçado.
Enquanto Samuel era arrastado para fora, os homens começaram a chutar e a socar ele sem piedade