Cinco anos depois...
O balanço da cadeira de madeira acompanha o movimento da minha mão sobre a barriga já bastante arredondada.
Sorrio sozinha.
O pequeno chute que sinto logo abaixo da minha palma arranca uma risada baixa.
— Calma, meu amor... ainda faltam algumas semanas.
A brisa da tarde atravessa a varanda, carregando o cheiro de terra molhada depois da chuva da madrugada. O som dos pássaros se mistura ao relinchar dos cavalos e às gargalhadas que ecoam pelo pasto.
Levanto os olhos.
Lá estã