A colina erguia-se solene, suas árvores dobrando-se ao peso do vento noturno. O céu estava nublado, ocultando as estrelas, como se o próprio firmamento temesse testemunhar o que estava por vir.
Nagato estava assentado sobre uma raiz exposta, a postura reta, os olhos semicerrados em contemplação.
Ele ouvia a floresta.
Sentia o pulsar da terra sob seus pés, a respiração das folhas, o ciclo eterno da vida que ecoava entre os troncos centenários.
Mas algo quebrava o equilíbrio.
Algo que rompera sua