SAMANTHA VASCONCELOS
Assim que o carro do Dom para em frente ao meu prédio, ele diz ao motorista que pode deixar, ele abre a porta para mim.
Ele me estende a mão e me leva de mãos dadas até o portão.
— Você acreditaria em mim se eu dissesse que já estou sentindo sua falta? – ele pergunta.
— Para quem tem problemas com sentimentos, até que você está bem atirado – brinco, mas com o coração disparado.
Ele da uma risada baixa e grave.
— Acho que tem muito a ver com a pessoa certa e blá, blá, blá.
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