Num movimento rápido, levanto-me da cama, ignorando a fraqueza que me consome. Ao deparar com a faca tremula na mão de Isabella, meus instintos de sobrevivência prevalecem sobre a dor e a tristeza.
A necessidade de agir torna-se evidente. Ignoro seu olhar assustado e rancoroso, encarando-a para ocultar meu medo.
— Mais um passo e eu corto a sua garganta, Giovanna! — ela vocifera, sua voz trêmula.
— Isabella, eu não sei por que você está assim, mas, por favor, abaixe essa faca!
— Não me diga