Cap.11
O escritório ainda estava silencioso.
Magnus Blackthone sentou-se na poltrona de couro atrás da escrivaninha, os dedos enluvados tamborilando lentamente sobre o braço do móvel.
A luz do entardecer entrava pelas cortinas abertas, pintando o chão de mármore com tons alaranjados, mas ele não via nada disso. Seus olhos, invisíveis sob a aba do chapéu, estavam fixos em algum ponto distante, perdidos em pensamentos.
Bruno entrou sem bater, como sempre fazia quando a situação exigia urgência, t